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DATA: 19/06/2013 |
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Fonte: BCI - 06h48
Sociedade
Falta de meios compromete trabalho dos funcionários
“Para sentirmos bem connosco mesmo e trabalharmos sem sobressaltos deve existir orçamento à altura das nossas necessidades, pessoal qualificado e quantificado, instalações próprias, meios de trabalho disponíveis de entre outros aspectos”, afirma o director dos Registos e Notariado da Cidade de Maputo, Amorim Cumbe.
“Estaria a mentir grosseiramente se dissesse que está tudo bem, a nível da cidade de Maputo”, idem.
Maputo (Canalmoz) – A falta de orçamento à altura das nossas necessidades, pessoal qualificado e quantificado, instalações próprias, meios de trabalho disponíveis de entre outros aspectos, fazem com que diariamente o trabalho não se efective com satisfação, reconhece o director dos Registos e Notariado da Cidade de Maputo, Amorim Cumbe.
Aliás, Amorim Cumbe diz que ainda é preciso melhorar a qualidade e quantidade de funcionários, instalações próprias uma vez que a maior parte destes serviços são realizados em edifícios velhos e partilhados com outras entidades.
Segundo ele, “sempre que pretendemos realizar uma manutenção nas nossas instalações, reparamos também a casa ao lado, uma vez que as duas são dependentes uma da outra. Aí os custos são a dobrar!”
“A título de exemplo, reabilitou-se recentemente uma das nossas conservatórias. Para concluir com o trabalho teve que se reparar outras duas ou três moradias vizinhas uma vez que as infiltrações provinham delas”.
Por outro lado, Amorim Cumbe disse que para este ano já existe, a nível da cidade de Maputo, a construção de uma conservatória completa com registo civil e notariado no distrito municipal KaMavota.
“Precisamos de possuir instalações próprias e de raiz para sair da letargia dos edifícios velhos que apenas só nos dão confusão”, afirmou.
Actualmente, os serviços de registos e notariado a nível da cidade de Maputo contam com um universo de 300 funcionários do Estado. (Conceição Vitorino)

Jornal Semanário Nº 205 - 19/06/2013
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