Mbabane (Canal de Moçambique) - O Movimento Popular de Unidade Democrática (Pudemo), um dos partidos da oposição da Suazilândia, quer que as eleições gerais previstas para 2008 sejam realizadas fora do sistema tradicional de governação, mais conhecido por Tinkhundla, em que as listas de candidatos para o Parlamento são elaboradas a nível local. Esta é uma das resoluções adoptadas no decurso do sexto congresso do Pudemo realizado recentemente em Matsulu.
Mbabane (Canal de Moçambique) - O Movimento Popular de Unidade Democrática (Pudemo), um dos partidos da oposição da Suazilândia, quer que as eleições gerais previstas para 2008 sejam realizadas fora do sistema tradicional de governação, mais conhecido por Tinkhundla, em que as listas de candidatos para o Parlamento são elaboradas a nível local. Esta é uma das resoluções adoptadas no decurso do sexto congresso do Pudemo realizado recentemente em Matsulu.

O Pudemo identificou três áreas prioritárias, designadamente política, ideológica e económica no âmbito da luta que se avizinha. No capítulo da política económica, lê-se no relatório apresentando ao congresso do partido, é necessário por termo às injustiças que afectam o povo swazi. Relativamente à educação política, o Pudemo salientou a necessidade de se "desenvolverem quadros e dirigentes de qualidade", enquanto no campo ideológico foi destacada a importância de se "enveredar por uma campanha de agitação e propaganda tendo em vista a consciencialização revolucionária das massas e da organização destas em estruturas de resistência."

  Referindo-se às alegadas bases de treino militar na vizinha África do Sul, o Pudemo considerou que tudo não passou de "uma campanha do regime no poder tendo em vista a criação de um estado de sitio na Suazilândia em conluio com certos órgãos de comunicação social." Estes, acrescenta o relatório que temos vindo a citar, "foram alvo de uma campanha de desinformação que é sistemática dirigida contra o Swayoco", a liga juvenil do Pudemo.

  No tocante à África do Sul, o referido relatório diz que o Pudemo goza de apoio de partidos políticos sul-africanos e do movimento sindical daquele país. O relatório sublinha que os apoiantes do Pudemo têm vindo a intensificar a sua participação activa na luta por si travada, identificando-se com a causa do povo swazi.

(Redacção)