Pretoria (Canal de Moçambique) - A seguradora AIG, dos Estados Unidos da América, que em Setembro do ano passado foi salva do colapso financeiro graças a uma injecção de 170 mil milhões de dólares pelo governo dos Estados Unidos, é apontada como tendo pago chorudos bónus aos seus directores executivos. Os últimos pagamentos seguem-se aos 55 milhões de dólares pagos a diversos executivos da AIG em Dezembro de 2008, já depois do dinheiro dos contribuintes norte-americanos ter evitado que a seguradora encerrasse as portas.

Pretoria (Canal de Moçambique) - A seguradora AIG, dos Estados Unidos da América, que em Setembro do ano passado foi salva do colapso financeiro graças a uma injecção de 170 mil milhões de dólares pelo governo dos Estados Unidos, é apontada como tendo pago chorudos bónus aos seus directores executivos. Os últimos pagamentos seguem-se aos 55 milhões de dólares pagos a diversos executivos da AIG em Dezembro de 2008, já depois do dinheiro dos contribuintes norte-americanos ter evitado que a seguradora encerrasse as portas.
O presidente Barack Obama deu instruções ao seu responsável pelas finanças, Tim Geithner, para encontrar formas legais de reaver as avultadas quantias pagas a executivos da AIG. De acordo com a revista The Economist, as hipóteses do governo de Obama ser bem sucedido nos seus intentos são remotas. Este semanário refere que dilema idêntico deparou o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que se viu impossibilitado de reaver o dinheiro da reforma paga a Sir Fred Goodwin, director executivo do Royal Bank of Scotland (RBS), um dos bancos britânicos salvos do colapso financeiro graças à intervenção do Estado. O tesouro britânico passou a deter 68% do capital social do RBS, depois de ter injectado 20 mil milhões de libras. A pensão de reforma de Sir Fred Goodwin totaliza 700,000 libras esterlinas ao ano.
Sabe-se entretanto que o valor das indeminizações aos gestores que levaram a AIG ao colapso foi de cerca de 216 milhões de USD e que alguns deles já devolveram voluntariamente os valores que lhes haviam sido atribuídos.

(Redacção / The Economist / BBC World / CNN)