Maputo (Canalmoz) ? Os objectos pirotécnicos vulgarmente conhecidos por paixões continuam a fazer vítimas humanas e materiais nas festividades de transição do ano e de Natal ou Dia da Família. Fazer explodir paixões na transição do ano é um hábito grudado nos citadinos de muitos centros urbanos do País, mas que está a custar muito caro aos seus actores e a terceiros.

Maputo (Canalmoz) – Os objectos pirotécnicos vulgarmente conhecidos por paixões continuam a fazer vítimas humanas e materiais nas festividades de transição do ano e de Natal ou Dia da Família. Fazer explodir paixões na transição do ano é um hábito grudado nos citadinos de muitos centros urbanos do País, mas que está a custar muito caro aos seus actores e a terceiros.
Só na maior unidade sanitária do País – Hospital Central de Maputo – pelo menos 12 pessoas necessitando de assistência deram entrada na noite do dia 31 de Dezembro, revelando-se vítimas de queimaduras devido ao rebentamento de objectos pirotécnicos.
A informação foi avançada à imprensa pelo director dos Serviços de Urgência e Reanimação do HCM, António Assis, tendo especificado que dos 12 pacientes - vítimas de paixões - três deles foram internados devido à gravidade das queimaduras.
Segundo Assis, os pacientes com lesões de queimaduras devido ao rebentamento de paixões, começaram a dar entrada naquela unidade por volta das duas horas da madrugada do primeiro de Janeiro, não se sabendo, no entanto, por enquanto, quantas vítimas houve em todo o país.
Ao todo - durante a passagem do ano - os serviços de urgência e reanimação do HCM trataram um total de 407 doentes, não havendo registo de óbitos, referiu o director destes serviços (Redacção)