Artigos de 2006

Maputo (Canal de Moçambique) - Cerca de 180 famílias dos quarteirões 4 e 5 do bairro do «Zimpeto», na Avenida de Moçambique, arredores da cidade de Maputo, têm as suas vidas ameaçadas devido à contaminação ambiental provocada pela empresa «Lusovinhos» especializada na produção de bebidas alcoólicas. A «Lusovinhos» fabrica bebidas ?secas?, nomeadamente, «Gin», «Whisky», «Run», entre outras, que têm a característica de serem as mais baratas no mercado. Aliás, são bebidas maioritariamente, pelo menos na cidade de Maputo, consumidas por jovens, grupo etário com poucas posses.

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Maputo (Canal de Moçambique) ? O Orçamento Geral do Estado para o ano 2007 (OGE-2007) foi aprovado. Está orçado em cerca de 70 mil milhões de MTn. Do total 54% está previsto que resulte de ajudas externas. O remanescente, 46%, estima o legislador que resulte de recursos internos. Em suma, se não for a ajuda internacional, o Estado moçambicano continua a ser largamente deficitário, pelo menos da forma como o governo o vê e estruturou a sua proposta para as contas do próximo ano.

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Maputo (Canal de Moçambique) ? Moçambique não possui capacidade económica suficiente para implementar as exigências da Convenção 153, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que regula ?os tempos de trabalho e de repouso dos motoristas, disse ao «Canal de Moçambique», Bernando Chilengue, documentalista do Gabinete dos Estudos do Ministério do Trabalho.

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Maputo (canal de Moçambique) - O presidente da Renamo-União Eleitoral afirmou em entrevista exclusiva ao «Canal de Moçambique» que ?a Democracia tem regras e Moçambique não precisa de séculos como aconteceu na Europa para atingir a democracia plena?. Acrescentaria que que Moçambique poderia avançar mais do que já avançou se o partido de Armando Guebuza quisesse. ?Entendo que Moçambique a guerra terminou Há 14 anos, mas se houvesse boa vontade por parte da Frelimo, Moçambique poderia acelerar mais a democratização plena deste país?.

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Maputo (Canal de Moçambique)- O chefe da Igreja Anglicana em Moçambique, Dom Dinis Sengulane, disse acreditar que ?a batalha contra a malária há-de ser ganha em Moçambique?. E argumentou: ? A malária não é Deus?. Para o Reverendo, ?o mosquito que Deus criou era inofensivo mas o homem deixou que houvessem charcos, e águas estagnadas dando origem a Malária?.

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