Artigos de 2010

Maputo (Canalmoz / Canal de Moçambique) - Os últimos dias trouxeram a público opiniões divergentes sobre Moçambique. De um lado o Moçambique imaginado, dos sonhos e dos números cozinhados ou não mas que no essencial são em suma os que convém a certos figurões para continuarem a fazer crer que vivemos no País das mil maravilhas. Do outro, o real, retratado pelo 5 de Fevereiro de 2008 e pelo 1, 2 e 3 de Setembro último, sem água, ou com água às vezes, sem luz, ou com energia às vezes, sem transporte, ou com transporte às vezes, sem lar, sem emprego e com fome onde o único futuro melhor é esperar pela morte e quiçá desejá-la para que o alívio chegue depressa.

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Maputo (Canalmoz) ? Mais uma vez, o Governo voltou a não explicar aos deputados da Assembleia da República e ao País os contornos da contratação polémica da empresa belga, SEMLEX, que está a produzir os documentos de identificação biométricos, nomeadamente o passaporte e o bilhete de identidade.

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Maputo (Canalmoz) ? O sector de Turismo está mergulhado num autêntico caos, denuncia Fenias Matlhombe, presidente da Federação de Hotelaria e Turismo de Moçambique, apontando ?a construção das estâncias turísticas em lugares inapropriados e sem as respectivas licenças de autorização? como as principais faces desta organização.

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Maputo (Canalmoz) - Em 15 de Setembro de 2010, foi publicado o Diploma Ministerial n.º 153/2010 de 15 de Setembro assinado pelo Ministro dos Transportes e Comunicações que aprovou o Regulamento sobre o Registo dos Módulos de Identificação do Subscritor, denominados por ?Cartões SIM? ou seja os cartões em uso nos telefones ?celulares?. O documento é ilegal, incoerente e Anti-Constitucional, segundo uma análise do Centro de Integridade Pública, enviada à nossa Redacção.

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Maputo (Canalmoz) ? A falta de higiene, sobretudo excremento humano, o crescimento desordenado do mercado Informal Xipamanine, no Distrito Municipal de Nlhamankulu, na cidade de Maputo, está a pôr os residentes agastados uns com os outros. A repulsa estende-se também aos vendedores, pois, segundo os próprios residentes, eles, durante sua actividade, embaraçam o acesso a várias residências junto ao mercado.

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