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Fonte: BCI

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Morte do Atirador de Toulouse - Mohamed Merah

Renamo é força gasta e defunta e MDM vai ser maior do alguma vez a Renamo conseguiu ser

 

– vaticina, Leonardo Simão, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Joaquim Chissano, segundo diplomata americano

 

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Leonardo Simão, da Fundação Joaquim Chissano, põe em dúvida competência de Guebuza

 

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Todd Chapman, principal diplomata americano em Moçambique durante o primeiro mandato de Guebuza

 

 

Maputo (Canalmoz) - O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do regime de Joaquim Chissano, Leonardo Simão, disse ao ex-encarregado de negócios americano em Moçambique e então a principal figura dos Estados Unidos em Maputo, dado na época não haver embaixador de Washington, que “via o partido de oposição, Renamo, como uma força gasta e quase defunta”.  E salientou que em sua opinião o MDM, partido liderado por Daviz Simango iria crescer e superar a dimensão da Renamo no auge da existência do partido liderado por Afonso Dhlakama.

Estes e os outros aspectos da conversa constam de um informe do então encarregado de negócios no nosso país, Todd Chapman, recentemente divulgado através do portal da Wikileaks.

O antigo chefe da diplomacia moçambicana fez notar a Chapman que o chefe daquela formação política, “Afonso Dhlakama é um soldado e não um dirigente partidário, não possuindo a capacidade de liderança ou intelectual para permitir ideias diferentes das suas – o que enfraqueceu a Renamo, sem perspectivas de recuperação”.

Relativamente a Daviz Simango, as previsões do ex-ministro de Chissano eram de que “o novo partido a ser liderado pelo presidente do concelho executivo da Beira iria crescer rapidamente, excedendo as dimensões da Renamo no auge da sua existência”. Leonardo Simão considerava que os membros do partido de Daviz Simango seriam oriundos da classe média moçambicana, radicados nos centros urbanos, da faixa etária jovem, instruídos e com acentuada mobilidade, que se sentem frustrados com a inflexibilidade do governo e procuram uma via de transição para o poder”.

Na próxima edição do semanário Canal de Moçambique, que será posta à venda na quarta-feira, leia mais desenvolvimentos desta notícia e veja o que o homem de Joaquim Chissano na sua Fundação diz de Guebuza, actual presidente da Frelimo e da República de Moçambique. (Redacção)